
Candidatura entra
A conversa começa no WhatsApp da pessoa.
Solução Catalisa · Recrutamento & Seleção
Atendimento de recrutamento e seleção por WhatsApp, com triagem, entrevista em vídeo e parecer escrito — sobre o ATS que a sua consultoria já usa.
O que a gente ouve
Meu dia inteiro é remarcar horário.
Agenda consultada, horário marcado nas duas pontas e cobrança de quem não respondeu — sem ninguém precisar lembrar.
Feedback detalhado todo mundo promete, e ninguém entrega.
Andamento real para o cliente quando ele pergunta; devolutiva para o candidato no fim, liberada por um consultor antes de sair.
A ferramenta certa é a que a pessoa já tem no bolso.
Ninguém instala nada: candidato, cliente e consultor ficam no canal que já usam todo dia.
Cliente e candidato mandam áudio, e áudio ninguém lê.
O áudio vira texto no mesmo fluxo, em português, transcrito em servidor nosso — e passa a valer como registro.
Quem fala com o número
Quem escreve é reconhecido pelo cadastro antes de a resposta sair.
Onde o dado mora
Consulta, move etapa e anota no ATS que a sua consultoria já usa. Nesta demonstração, o Recruit CRM.
Tipos de candidato, campos próprios e funil por etapa dentro da Catalisa, sem projeto de migração.
Um processo em um dia

A conversa começa no WhatsApp da pessoa.

Benefício e modelo saem da sua política.

Link no chat, sala no navegador.

Rascunho com evidência e lacunas.
Onde o time trabalha

Cada candidatura vira um cartão no funil, com etapa, responsável e histórico.

Conversas

Fluxo do processo

Agentes
Peça por peça
O WhatsApp responde, tira dúvida e agenda. Nada de vídeo, nada de trocar de sistema.
Precisa: um número e a sua política em PDF.
A sala, a transcrição, o copiloto e o parecer. A triagem continua como sempre foi.
Precisa: nada além de um navegador.
A base responde por você — no WhatsApp, na sala ou nos dois.
Precisa: os documentos que já existem.
Candidatura, conversa, entrevista e parecer numa linha só — o que a demonstração mostra.
Precisa: as três acima, ligadas.
Cada peça tem começo e fim próprios. O que liga uma na outra é configuração, não pré-requisito — dá para ligar uma hoje e a seguinte no mês que vem, sem refazer nada.
Flexibilidade
O que você monta no recrutamento — agentes, base de conhecimento, fluxos e o número — não fica preso ao recrutamento. As peças são as mesmas, e entram no mesmo fluxo.
Quando o candidato aceita, o mesmo fluxo dispara o documento para assinatura e avisa as duas pontas. Ninguém sai da conversa para abrir outro sistema.
Fechou a vaga, o fluxo gera a cobrança do cliente e o lembrete de vencimento sai pelo mesmo número que já falava com ele.
Entrevista marcada entra no calendário do consultor; o resumo sai por e-mail para quem não estava na sala. É ação de fluxo, não integração para fazer depois.
O que a conversa registra — candidato movido, entrevista feita, vaga fechada — alimenta a medição do time sem ninguém preencher planilha no fim do mês.
Comercial, financeiro e suporte usam as mesmas peças com outro conteúdo. Quem aprendeu a montar o fluxo do recrutamento monta o próximo sem começar do zero.

Agentes, fluxos e ações prontos para instalar em um clique.

Os blocos que qualquer fluxo pode chamar — de documento e cobrança a agenda e e-mail.
Nada aqui é "dá para integrar um dia". São peças que já existem no catálogo e entram no fluxo como qualquer outra — o trabalho é escolher e configurar, não construir.
Demonstração aberta
Você entra como candidato. Ao lado, a página mostra o que o consultor veria no mesmo instante.
Geração de valor
Candidato, empresa cliente e consultor querem coisas diferentes do mesmo processo. Hoje cada um vive numa ponta — e o consultor é quem paga a conta de ligar as três.
Três pontas, uma linha só. O produto é a linha.
O que a gente ouve
A conversa consulta a agenda do consultor, marca no horário livre e confirma nas duas pontas. Quem não respondeu ontem é cobrado hoje sem ninguém precisar lembrar, e o resumo do que está em aberto chega no começo do dia útil — não no fechamento do mês.
Durante o processo, o cliente pergunta e recebe o andamento real da vaga em vez de uma resposta que envelheceu. No fim, o candidato recebe devolutiva com o que ficou demonstrado e o que faltou — escrita a partir da entrevista e liberada por um consultor antes de sair.
O candidato não instala nada, o cliente não aprende sistema novo, e o consultor opera de dentro do próprio chat: mover etapa, anotar, pedir currículo. Quando outro canal faz sentido — e-mail, agenda, Slack — ele entra no mesmo fluxo, não em outro projeto.
Aqui o áudio vira texto dentro do mesmo fluxo, em português. A transcrição roda em serviço próprio, no nosso parque — não numa API de terceiro. O que chegou falado passa a ser buscável, entra no parecer e vale como registro igual a qualquer mensagem escrita.
Perfil a perfil

Perfil 01
Manda o currículo e não recebe nada. Descobre que perdeu a vaga quando o processo já acabou, sem nunca saber o que faltou — e conta isso para os amigos.
É respondido no minuto em que se candidata, tira dúvida de benefício e etapa sem constranger ninguém, e marca a entrevista pelo WhatsApp.
O que a consultoria ganha: menos candidato bom desistindo no meio, e uma reputação que aparece no próximo processo.

Perfil 02
Manda e-mail perguntando como está a vaga, espera o consultor abrir o sistema e recebe uma resposta que já envelheceu. Feedback detalhado do candidato, quando vem, vem tarde.
Pergunta pelo mesmo WhatsApp e recebe o andamento real da vaga, o currículo do candidato e o parecer da entrevista, na hora.
O que a consultoria ganha: deixa de ser cobrada por status e passa a ser lembrada por resultado.

Perfil 03
Passa o dia remarcando horário, repetindo a mesma explicação e digitando no ATS o que já tinha conversado. Ouve áudio de dez minutos para achar uma informação. Decide no que sobra do dia.
Recebe a triagem feita, o registro escrito e o parecer da entrevista em rascunho — com evidência e lacuna apontadas para questionar.
O que a consultoria ganha: a hora do consultor volta a ser gasta em julgamento, que é o que o cliente paga.
Onde isso aparece na conta
A espera some porque a resposta não depende de alguém ter uma janela livre. É o ganho mais fácil de medir: dá para olhar a data da candidatura e a data do primeiro contato, antes e depois.
O que foi conversado já entra no sistema. O consultor deixa de ser o transporte entre a conversa e o cadastro.
Quem é respondido continua no processo. A vaga chega ao fim com mais gente boa em pé, e não só com quem teve paciência.
Por onde começar
Três cenários de configuração — não clientes com nome. Nenhum deles liga a plataforma inteira de saída, e nenhum precisa.
Seis pessoas, processo organizado, sistema de vagas que ninguém quer trocar. Liga só o atendimento: o número responde candidato e cliente e escreve no ATS atual. Vídeo e conhecimento ficam para depois.
A triagem é o orgulho da casa e ninguém vai mexer nela. Liga só a entrevista: sala no link, transcrição e parecer escrito. O ganho é a devolutiva ao cliente sair no mesmo dia.
Não há ATS, e trocar de ferramenta é projeto que ninguém tem fôlego para tocar. Monta o ATS aqui com tipos e funil, e liga o atendimento em cima. A entrevista entra quando a casa estiver de pé.
O caminho contrário também vale: ligar tudo e desligar o que não serviu. O que não está ligado não cobra atenção de ninguém.
Como funciona
Para o candidato existe só o WhatsApp e um link. O resto acontece antes de a mensagem chegar.
Por que confiar na conversa
Quem escreve é reconhecido pelo cadastro antes de a resposta sair. O candidato não recebe o texto que era do cliente, e o cliente não recebe o que era do candidato.
Consultar é livre. Alterar etapa, anotar e anexar currículo só acontece onde você autorizou — e fica registrado, com data e origem, para qualquer conferência depois.
O arquivo é buscado e anexado pelo sistema, não redigitado pela inteligência artificial. Nada de link cortado pela metade chegando ao seu cliente.
Situações de sempre — currículo não encontrado, vaga encerrada, etapa concluída — têm texto definido por você. A criatividade fica para o que é de fato conversa.
Dúvida de vaga, envio de currículo, agendamento e perfil comportamental são tratados por especialistas diferentes. Um assistente genérico erra justamente onde o processo dói.
Sem resposta na sua política nem no sistema, a conversa diz que vai verificar e entrega ao consultor com o histórico. Inventar resposta é o único erro que custa o cliente.
Continuidade
O que a pessoa contou no WhatsApp chega à entrevista, e o que ela disse na entrevista chega ao parecer. O consultor não reconstrói histórico.
Atendimento
Não é um widget no site. É o WhatsApp da sua consultoria, com o seu tom e a sua política.
Comportamento
Do outro lado

O consultor acompanha, assume e responde de dentro do painel quando quiser entrar.
Esta peça funciona sozinha. Dá para ligar só o atendimento e deixar entrevista em vídeo e base de conhecimento para outro momento — ou para nunca.
Entrevista
Sem instalar nada. A fala é transcrita enquanto acontece, e o copiloto aponta ao consultor o que ainda não foi perguntado.
Ana Paula · candidata
Marina · consultoraEla citou liderança da migração, mas não disse com quantas pessoas nem por quanto tempo.
A vaga pede modelagem dimensional. Até aqui só apareceu visualização.
Ficou pela metade: o motivo da saída do emprego anterior.
Transcrição guardada com a reunião.
Fluxo pós-entrevista dispara sozinho.
Parecer nasce em rascunho.
Aprovação — nada sai sozinho.
O copiloto é do consultor
As três categorias que ele emite. Aparecem só para quem conduz, nunca para o candidato.
Painel de vendas em produção, usado pelo comercial sem intermediário; migração a partir de planilha; interlocução direta com a área de negócio.
Modelagem dimensional não apareceu. Tamanho do time liderado não informado.
Case técnico até sexta; retorno prometido para segunda.
Antes de a sala abrir
O que já foi cadastrado sobre ele — vaga, etapa e os campos próprios da sua consultoria — fica na lateral da sala, e não numa aba que alguém precisa lembrar de abrir.
Até cinco atendimentos passados da mesma pessoa, com o resumo de cada um. A segunda conversa começa de onde a primeira parou, mesmo que tenha sido com outro consultor.
Currículo, descrição da vaga e política ficam na base de conhecimento. É de lá que os agentes respondem no WhatsApp e que o fluxo pós-entrevista tira contexto para escrever o parecer.
A conversa do WhatsApp, a ficha, o histórico e os documentos chegam juntos na hora da entrevista — e voltam juntos para o fluxo que roda quando a chamada termina.
Não é só entrevista
Alinhamento de vaga, apresentação de shortlist, devolutiva de processo. A mesma gravação, a mesma transcrição e o mesmo registro no fim.
Esta peça funciona sozinha. A sala e o parecer valem mesmo que o atendimento por WhatsApp continue sendo feito por gente, do jeito que já é hoje.
Seu ATS
A conversa precisa de um lugar para ler e escrever. Esse lugar pode ser o seu sistema de vagas atual — ou a própria Catalisa.
Dois caminhos
A conversa consulta vaga e candidato, move etapa, registra anotação e anexa currículo dentro do seu ATS, por API. Ninguém muda de ferramenta e o histórico continua onde sempre esteve.
Nesta demonstração o sistema é o Recruit CRM — é a integração construída e testada hoje. Outro ATS entra pela mesma porta: cada um é uma configuração, não um botão mágico, e depende da API que ele expõe.
Se a consultoria ainda trabalha em planilha, ou quer sair do ATS atual: tipos de candidato com campos próprios, funil por etapa, histórico da conversa e base de conhecimento — no mesmo lugar em que o atendimento já acontece.
Sem projeto de migração para começar: dá para nascer aqui e, se um dia houver um ATS, conectar depois.
Caminho 2, na tela

Tipo de candidato com os campos que a sua vaga exige.

Funil por etapa, com categoria de aberto, ganho e perdido.

A base de candidatos, com tipo, status e responsável.

O mesmo processo em cartões, para o dia a dia do consultor.
Caminho 1, na prática
São os sistemas que mais aparecem em consultorias de recrutamento, no Brasil e fora. A lista está aqui para dizer uma coisa só: o desenho não depende de qual deles você usa — depende de ele ter API e de alguém configurar a ligação uma vez.
Integração pronta e provada até agora: Recruit CRM. As demais são trabalho de configuração, com prazo, e não estão prontas por padrão.
Os dois caminhos convivem. Dá para começar montando aqui e conectar o ATS depois, ou conectar agora e montar aqui só o que faltar.
Conhecimento
Você sobe os documentos que já existem. A conversa passa a responder a partir deles — e diz de onde veio.
Rastro
“Colaboradores em regime híbrido recebem vale-transporte ou auxílio-combustível, à escolha do colaborador, e vale-refeição nos dias de presença no escritório.”
Foi este trecho que sustentou a resposta sobre deslocamento, três mensagens antes.
Esta peça funciona sozinha. A base pode responder só no WhatsApp, só na entrevista, ou nos dois — e serve a outras áreas da empresa com outro conteúdo.
Painel
O consultor não precisa abrir a Catalisa para trabalhar. Mas quando abre, o processo inteiro está ali.
Visão do dia

Volume do dia, mensagens e execuções — e o aviso quando alguma coisa falha.

Funil por etapa, com contagem e responsável.

O fluxo do processo, editável sem código.
Quem faz o trabalho

Cada agente com o seu papel e as suas ferramentas.

Metas do time medidas em cima do que acontece no funil.
Segurança e confiança
Recrutamento lida com currículo, salário e motivo de saída de emprego. Sem jargão: o que responder quando o jurídico do seu cliente perguntar.
As perguntas
São as mesmas em toda reunião de compliance. Aqui estão com a resposta que você pode repetir na frente do cliente.
01 — 05
Em servidores próprios, não em uma nuvem estrangeira que ninguém sabe onde fica. Currículo, transcrição de entrevista e histórico de conversa ficam no banco da sua operação.
Se a política do seu cliente exigir, até o motor de inteligência pode rodar dentro de casa.
Não. Cada cliente é uma casa separada, com porta própria. A separação não depende de alguém lembrar de configurar certo — ela está no jeito como o dado é gravado.
Vale também entre bases de conhecimento: a política de um cliente não responde pergunta de outro.
O que é sensível não sai sem um responsável. Parecer de entrevista, mudança de etapa e envio de currículo nascem como rascunho ou como ação registrada — a avaliação só chega ao cliente depois que um consultor leu.
Sem resposta na sua política nem no seu sistema, a conversa diz que vai verificar em vez de improvisar.
Só faz o que está na lista que você aprovou. Não é promessa de bom comportamento: o que não está na lista não existe para ela.
É a mesma lógica de dar a um funcionário a chave de uma sala, e não a do prédio.
Fica tudo registrado: qual conversa moveu o candidato de etapa, quando, e quem aprovou o parecer que foi enviado.
Se o cliente contestar uma indicação, você abre o histórico em vez de procurar no e-mail de alguém.
Além das cinco
A plataforma passou por auditoria de segurança independente, e o que ela apontou foi corrigido — inclusive o que não era fácil.
O dado do candidato é dele. Exclusão a pedido, sem abrir chamado e sem esperar semana.
Chave de sistema e credencial ficam guardadas cifradas. Ninguém da nossa equipe lê a sua.
Cópia do banco em outra máquina, todo dia. Falha de servidor não vira perda de processo seletivo.
O candidato aceita a gravação antes de entrar na sala. Nada é gravado às escondidas.
O conteúdo do seu processo seletivo não alimenta treinamento de modelo.
Não dizemos que é 100% à prova de tudo — quem diz isso está vendendo, não explicando. Dizemos o que é verdade: o conteúdo fica em servidor nosso, o que a conversa pode fazer é uma lista curta que você aprova, e toda decisão que afeta um candidato passa por uma pessoa.
Perguntas frequentes
As dúvidas que aparecem em toda conversa com consultoria de recrutamento e seleção — respondidas sem rodeio, inclusive as incômodas.
Direto ao ponto
Se a sua não estiver aqui, ela vale uma conversa de trinta minutos — é mais rápido do que um documento de proposta.
Dá. A conversa consulta vaga e candidato, move etapa, registra anotação e anexa currículo dentro do seu sistema de vagas, por API — ninguém troca de ferramenta. A integração construída e testada até agora é com o Recruit CRM; outros ATS entram pela mesma porta, e cada um é uma configuração com prazo, não um botão que já vem ligado.
Então o ATS nasce aqui: tipos de candidato com campos próprios, funil por etapa e histórico da conversa, no mesmo lugar em que o atendimento acontece. Sem projeto de migração para começar — e se um dia houver um ATS, dá para conectar depois.
O número precisa ser da empresa e ficar dedicado ao atendimento. Se hoje ele vive no celular de alguém, o caminho é passar para um número da consultoria. O candidato continua vendo um número só, com o nome da sua marca.
Ela responde sozinha o que é rotina: status, etapa, benefício, agendamento. O que afeta a avaliação de alguém — parecer de entrevista, indicação ao cliente — nasce como rascunho e espera um consultor aprovar. E quando não há resposta na sua política nem no sistema, a conversa diz que vai verificar e chama uma pessoa.
Dias, não meses. A vertical já vem montada: o que se faz é ligar o número, subir os seus documentos, conectar o ATS e ajustar os textos para o seu tom. O único item que não depende de nós é a aprovação do modelo da primeira mensagem junto à Meta — por isso o piloto começa por uma vaga só, enquanto isso corre.
Não. Precisa de alguém que conheça o processo de perto — quem sabe o que se responde a candidato e a cliente. A configuração é feita em tela, e o fluxo é editável sem código.
A conversa entrega ao consultor com o histórico junto. Assunto sensível, reclamação ou pedido explícito encerram a automação — não existe labirinto para voltar ao humano.
O desenho é o mesmo para estágio e para posição de liderança; o que muda é o conteúdo — as perguntas, a política e o que o copiloto observa na entrevista. Em busca de executivos, o volume é menor e o valor está mais na entrevista e no parecer do que na triagem.
O candidato aceita a gravação antes de entrar na sala, e a transcrição fica com a reunião. Exclusão a pedido, sem chamado. O conteúdo do seu processo seletivo não alimenta treinamento de modelo, e cada cliente enxerga apenas o que é dele.
Começa por um recorte e uma vaga: liga-se a peça que resolve e mede-se numa vaga real antes de ampliar. Não trabalhamos com tabela de prateleira — a operação de quem usa só a entrevista em vídeo não é a mesma de quem usa a jornada inteira, e a proposta acompanha o que você liga.
Como começa
Como a sua consultoria atende hoje, onde o candidato some e o que o cliente cobra. Sem demonstração de tela nessa primeira conversa.
Escolhemos juntos o que liga primeiro — atendimento, entrevista ou conhecimento — e o que fica de fora de propósito.
Número, base de conhecimento, ligação com o seu ATS e os fluxos com o seu texto e a sua política. Medido em dias, não em meses.
Uma vaga de verdade, do começo ao fim, medindo o que interessa: quanto tempo até o primeiro contato e quantos candidatos chegaram ao fim de pé.
Demonstração
O mesmo atendimento responde ao candidato, à empresa cliente e ao consultor — cada um recebendo o que é dele. Escolha uma conversa e escreva. É de verdade.
Antes de começar
A assistente responde pelo seu nome, e é assim que a conversa continuaria no seu WhatsApp. Uma vez só, para as três conversas.
Engenheira de Dados, entrevista marcada na Nubis Pagamentos. Pergunte do processo dela.
Oi! Você está falando como a Gabriela. Posso contar em que ponto está o processo dela e o que vem a seguir.
Nubis Pagamentos, 6 vagas abertas. Ela só enxerga as vagas dela — as outras 56 não existem para ela.
Oi! Você está falando como a Patrícia, da Nubis. Posso mostrar o andamento das vagas que abrimos para vocês.
Recrutadora da consultoria: enxerga as 62 vagas e todos os funis. Compare a mesma pergunta nos três.
Oi! Sou o seu assistente. Posso contar o que a conversa faz sozinha, o que fica registrado e o que continua sendo sua decisão.
As respostas saem da política e das vagas desta consultoria de demonstração. Nenhuma das conversas altera dado em sistema nenhum.